Ancho (ribeye) de Wagyu japonês grau A5, com marmoreio no topo da escala (BMS próximo de 10). A gordura entremeada derrete no calor, entregando maciez e sabor incomparáveis.
Inspirada na cota europeia 481 — reservada às carnes de qualidade extrema —, a 481 nasce da união de quatro personagens do universo da carne: o criador de gado, o açougueiro, o assador e o meat lover. Move-os o respeito pela natureza, a atenção aos mínimos detalhes e o prazer em servir — rumo a um só objetivo: uma jornada sem volta na evolução do paladar. Produto congelado.
Grelhe rápido em fogo alto, em porções pequenas; por ser intensamente marmorizado, sirva mal a ponto.
Vinhos: tintos encorpados como Malbec, Cabernet Sauvignon, Syrah ou Tannat. Cervejas: maltadas encorpadas (Bock, Amber Ale) ou uma IPA para cortar a gordura.
Este corte atende por vários nomes — mas é sempre o mesmo, retirado da porção dianteira do contrafilé, na região das costelas. Na Argentina e no Uruguai, é o bife ancho; nos Estados Unidos, o ribeye (ou “steak ribeye”); na França, o entrecôte — de onde vem o termo noix, usado no açougue francês para o miolo do corte. No Brasil, também é chamado de filé de costela. Ou seja: se você procura por qualquer um desses nomes, está diante do mesmo corte nobre, macio e marmorizado.
Também conhecido como: bife ancho, steak ribeye, filé de costela ou noix.
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